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Por que substituir o álcool gel por Bio Assept ox?

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Por que substituir o álcool gel por Bio Assept ox?

  1. A atividade antimicrobiana de formulações alcoólicas na forma em Gel é frequentemente mais baixa do que as composições líquidas. (1,2,3).
  2. O aumento da viscosidade em soluções alcoólicas contendo gel (ex: ácido poliacrílico – “espessante” e poliamina – um neutralizador) limitam a dispersão do álcool presente no produto. (2,4).
  3. O sistema “espessante” pode impedir a liberação do álcool, reduzindo a eficácia do produto. (4).
  4. Estudos realizados no Brasil de acordo com a norma EN 1500, dentro de aplicação em 30 segundos de fricção, demonstram que a maioria dos produtos à base de álcool gel produzidos no Brasil apresentam eficácia limitada na Higiene de Mãos. (5)
  5. Uma solução alcoólica adequada é um antisséptico excepcional, por possuir características microbicidas direcionadas aos microrganismos mais frequentes neste meio e reduzida toxicidade. (6)
  6. A adição de H2O2 – peróxido de hidrogênio – aumenta consideravelmente a atividade viruscida contra o HBV (Vírus da Hepatite B) e outros. Muito provavelmente, o componente ativo H2O2, é intensificado pela combinação com o álcool, o qual tem uma função carreadora, além da atividade viruscida. (7)
  7. A alta carga de trabalho é uma dificuldade séria, pois se um funcionário de enfermagem de uma UTI lavasse as mãos, com técnica adequada, todas as vezes que é recomendado, gastaria cerca de um quinto do seu tempo de trabalho. (8)
  8. A antissepsia das mãos leva apenas 20 segundos, desde que haja disponibilidade de um produto à base de álcool adequado. (8)

 

 

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REFERÊNCIAS

  1. Kramer A, Rudolph P, Kampf G, Pittet D. Limited efficacy of alcohol-based hand gels. Lancet 2002;359(9316): 1489-1410.
  2. Pietsch H. Hand antiseptics: rubs versus scrubs, alcoholic solutions versus alcoholics gels. J Hosp Infect 2001;48(Suppl. A):S33-S36.
  3. Dharan S, Hugonnet S, Sax H, Pittet D. Comparison of waterless hand antiseptics agents at short application times: raising the flag of concern. Infect Control Hosp Epidemiol 2008;24:160-164.
  4. Maiwald M. Alcohol-based hand hygiene and nosocomial infection rates. Infect Control Hosp Epidemiol 2008;29:579-580.
  5. F. do Prado, A.C.C. Coelho, J.P.B. de Brito. D.O. Ferreira, A.W. Junior, C. da Silva Menecucci, A.B. de Queiroz, L.B. Garcia, C.L. Cardoso and M.C.B. Tognim. Antimicrobial Efficacy of alcohol-based hand gels with a 30-s application. Letters in Applied Microbiology 2012.
  6. Santos AMS, Verotti MP, Sanmartin JA, Mesiano ERAB, (ANVISA). Importância do álcool no controle de infecções em serviços de saúde. Revista da Administração em Saúde, volume 4, n.16, Jul-set, 2002; 7:14.
  7. Block, S. S. Disinfection, Sterilization and Preservation – 4th edition; Lea & Febiger. Measure for Disinfection and Control of Viral Hepatitis – Chapter 26, Thraenhart, O. 1991; 445 – 471.
  8. Christina M.J.E., Vandenbroucke – Grauls. Lancet 2000; 356:1290-1291, 1307-1312

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